A interação em sala de aula tem sido estudada através da perspectiva da análise interacional e da perspectiva etnográfica. Segundo Spada (1994:685), a análise interacional descreve e categoriza vários aspectos das práticas instrucionais e interações verbais que ocorrem entre professores e alunos na sala de aula de línguas. Desde o final da década de 70, vêm sendo desenvolvidos modelos de observação de sala de aula e seu uso produziu uma quantidade de informações relevantes sobre esse tipo de interação. Já a etnografia descreve globalmente a cultura da sala de aula através de um conjunto de dados e pontos de vista dos vários participantes.
Inúmeros trabalhos, sob as duas perspectivas, vêm tentando demonstrar a complexidade da interação e do ensino e aprendizagem de línguas em sala de aula. Bellack et al. (1966), Flanders (1970) e Coulthard (1985) descrevem a estrutura da interação na sala de aula; Hatch (1978) enfatiza o papel da conversação na aquisição da segunda língua; Allwright (1980) analisa as estruturas de participação em termos de tomadas de turno, tópicos e tarefas; Seliger (1983) defende a hipótese de que os aprendizes que iniciam mais interações obtêm melhores resultados em testes de proficiência; Ellis (1984) estuda o desenvolvimento de segunda língua em sala de aula; Slimani (1987) descobriu que há uma relação entre interação e proficiência; Chaudron (1988) demostra o valor da instrução e da interação na aprendizagem de língua ; Tsui (1995) discute a interação em sala de aula e seus efeitos na participação e na aprendizagem; Atkinson (1995) e Majer e Majer (1996) estudam a fala do professor. Em todos esses trabalhos e em muitos outros fica claro que dois fatores são preponderantes na aprendizagem de uma língua estrangeira: o input recebido pelo aluno e a participação do aprendiz. Os trabalhos que descrevem a estrutura da interação na sala de aula ressaltam que o professor é responsável pela maior parte dos turnos e que o aluno participa pouco do discurso da sala de aula.
Inúmeros trabalhos, sob as duas perspectivas, vêm tentando demonstrar a complexidade da interação e do ensino e aprendizagem de línguas em sala de aula. Bellack et al. (1966), Flanders (1970) e Coulthard (1985) descrevem a estrutura da interação na sala de aula; Hatch (1978) enfatiza o papel da conversação na aquisição da segunda língua; Allwright (1980) analisa as estruturas de participação em termos de tomadas de turno, tópicos e tarefas; Seliger (1983) defende a hipótese de que os aprendizes que iniciam mais interações obtêm melhores resultados em testes de proficiência; Ellis (1984) estuda o desenvolvimento de segunda língua em sala de aula; Slimani (1987) descobriu que há uma relação entre interação e proficiência; Chaudron (1988) demostra o valor da instrução e da interação na aprendizagem de língua ; Tsui (1995) discute a interação em sala de aula e seus efeitos na participação e na aprendizagem; Atkinson (1995) e Majer e Majer (1996) estudam a fala do professor. Em todos esses trabalhos e em muitos outros fica claro que dois fatores são preponderantes na aprendizagem de uma língua estrangeira: o input recebido pelo aluno e a participação do aprendiz. Os trabalhos que descrevem a estrutura da interação na sala de aula ressaltam que o professor é responsável pela maior parte dos turnos e que o aluno participa pouco do discurso da sala de aula.
Autora:Vera Lúcia Menezes de Oliveira e Paiva (FALE/UFMG)
Finalmente!!!!!!!!
ResponderExcluirPensei que era BEM mais dificil fazer um blog..... mas é moleza......